Atvos, da Odebrecht, propõe corte de 46% da dívida

A Atvos, companhia de açúcar e álcool do grupo Odebrecht, entregou ontem na Justiça o plano de recuperação para reorganizar suas dívidas financeiras com bancos e investidores, que somam R$ 10,5 bilhões.
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O que a Atvos levou ao juiz prevê corte de 35% das dívidas com garantia real e de 75% das sem garantia. Os R$ 3,4 bilhões de dívida extraconcursal (que nem ficam habilitados para serem reestruturados na recuperação judicial) serão alvo de conversas privadas, mas não há intenção de redução de valores. A dívida remanescente terá prazo de 15 anos, com custo de 115% do CDI, cinco anos de carência para amortizações e três, para juros.

A dívida que for cortada será trocada por um instrumento de dívida ou de participação - sem prazo de quitação. A Atvos colocou no plano que os donos desses papéis ficarão com 70% dos dividendos. Apesar dessa previsão, também há intenção de que nos três primeiros anos um total de até R$ 100 milhões irriguem o sistema Odebrecht - desde que o caixa da

Esse modelo, de corte da dívida com conversão em instrumento de participação em lucros, a Odebrecht pretende adotar também na holding, que tem R$ 65,5 bilhões a renegociar. As negociações, em ambos os casos, estão aos cuidados da RK Partners, de Ricardo Knoepfelmacher, e do escritório E. Munhoz Advogados.

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Fonte: Valor

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